Marketing não é custo: como empresas que comunicam bem vendem mais, com margem maior e menos pressão por preço
- Senso Comunicação

- há 1 dia
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Marketing não é custo, é ativo estratégico.
Veja como empresas que comunicam bem vendem mais, protegem margem e crescem com base em posicionamento, branding e estratégia no B2B.
A pergunta mais comum nas salas de reunião ainda é:
“Quanto vamos gastar com marketing?”
Empresas mais maduras fazem outra pergunta:
“Quanto estamos deixando de ganhar por não comunicar melhor?”
Essa diferença de mentalidade separa empresas que: brigam por preço, vivem pressionadas e dependem de poucos clientes, daquelas que: vendem valor, protegem margem, são escolhidas e crescem com previsibilidade.
Marketing não é custo.
Marketing é ativo estratégico.

O que a teoria já provou há décadas
Philip Kotler é direto:
“Empresas que competem apenas por preço entram em uma corrida que sempre termina mal.”
Michael Porter complementa:
“Vantagem competitiva sustentável vem de diferenciação clara percebida pelo mercado.”
Ou seja:
Quem não diferencia, vira commodity;
Quem vira commodity, perde margem;
Quem perde margem, trabalha mais para ganhar menos.
Marketing e comunicação existem para evitar exatamente isso.
Grandes cases brasileiros que comprovam isso
A WEG não compete por preço.
Ela compete por:
marca
reputação
engenharia
comunicação consistente
presença global
A comunicação técnica da WEG:
educa o mercado
posiciona a empresa como referência
sustenta margem mesmo em mercados altamente competitivos
A Embraer transformou engenharia em ativo de marca.
Ela não vende apenas aeronaves.
Ela vende:
confiabilidade
inovação
engenharia brasileira
capacidade técnica
Tudo isso sustentado por comunicação estratégica, institucional e técnica.
Mesmo no B2B (cadeia produtiva, fornecedores, parceiros), a Natura:
constrói narrativa
comunica propósito
sustenta valor
protege margem
Ela prova que marca forte sustenta preço.
A Gerdau comunica:
processo
inovação
sustentabilidade
engenharia
impacto
Isso a posiciona como parceira estratégica, não fornecedora comum.
O erro comum no mercado industrial
Muitas empresas industriais dizem:
“Mas nosso mercado é técnico, não emocional.”
Isso é meia verdade.
O B2B é racional, mas:
confiança é emocional
risco é emocional
segurança é emocional
Como diz Daniel Kahneman (Prêmio Nobel):
“As pessoas decidem com emoção e justificam com razão.”
No B2B, o comprador:
escolhe quem transmite mais segurança
justifica a escolha com dados técnicos
Marketing atua exatamente aí.
Branding não é estética: é margem
David Aaker é claro:
“Marcas fortes reduzem a sensibilidade ao preço.”
Quando a empresa comunica bem:
o preço deixa de ser o único fator
a conversa muda de “quanto custa?” para “como funciona?”
o cliente compara menos
a empresa negocia melhor
Isso é resultado financeiro direto, não imagem abstrata.
O impacto direto no comercial
Empresas que investem em marketing estratégico percebem rapidamente:
leads mais qualificados
menos objeções básicas
vendedor mais confiante
propostas mais valorizadas
menor desgaste comercial
Marketing bem feito protege o time de vendas.
Como o marketing da Senso atua para gerar valor (na prática)
A Senso não entra para “embelezar comunicação”.
Entramos para:
estruturar posicionamento
traduzir valor técnico em discurso claro
organizar narrativa de marca
criar conteúdo que educa o mercado
alinhar marketing e comercial
sustentar crescimento com estratégia
Exemplo de atuação:
Empresas que passam por esse processo:
reduzem disputa por preço
ganham autoridade
são percebidas como referência
fortalecem relacionamento com clientes
crescem com mais previsibilidade
Marketing passa a ser ativo estratégico do negócio.
Marketing não é custo.
É alavanca de crescimento, proteção de margem e posicionamento competitivo.
Se sua empresa sente pressão constante por preço e dificuldade de sustentar margem, talvez o problema não esteja no produto, mas na comunicação.
Solicite um diagnóstico estratégico com a Senso e descubra como transformar marketing em ativo real de crescimento.




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